Minha Casa Minha Vida: em qual faixa você entra?

É o programa que torna a casa própria possível para quem acha que não conseguiria. Juros bem menores que o mercado, subsídio do governo e uso do FGTS. Veja se você tem direito.

Por que o programa muda tudo

A diferença não está no valor do imóvel — está no juro. Um financiamento fora do programa costuma passar dos 11% ao ano. Dentro do Minha Casa Minha Vida, pode cair para menos da metade.

Na prática: com a mesma parcela mensal, você financia bem mais. Ou financia o mesmo valor pagando uma parcela bem menor. Some a isso o subsídio — dinheiro que o governo coloca e você não devolve — e a conta muda de patamar.

As faixas de renda

FaixaRenda familiar mensalCondiçãoSubsídio
Faixa 1Até R$ 3.200Conforme renda, região e análisePode haver, sujeito às regras
Faixa 2R$ 3.200,01 a R$ 5.000Conforme renda, região e análisePode haver, sujeito às regras
Faixa 3R$ 5.000,01 a R$ 9.600Conforme perfil e análise de créditoConsulte a elegibilidade
Faixa 4R$ 9.600,01 a R$ 13.000Conforme perfil e análise de créditoConsulte a elegibilidade

A renda que conta é a familiar: se você e seu cônjuge trabalham, as duas rendas somam. Isso pode te levar para uma faixa com mais poder de compra — ou, atenção, para uma faixa de juro maior. Faz parte da nossa análise descobrir qual arranjo compensa mais.

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O simulador da página inicial já identifica sua faixa automaticamente — é só arrastar a renda e ver quanto dá.

Quem tem direito

  • Renda familiar dentro de uma das faixas do programa.
  • Não ter outro imóvel residencial no seu nome, em nenhum lugar do país.
  • Nunca ter recebido subsídio habitacional do governo antes.
  • CPF sem restrição no momento da análise.
  • Ser brasileiro nato ou naturalizado, ou ter visto permanente.

O subsídio: dinheiro que você não devolve

Nas faixas 1 e 2, o governo entra com uma parte do valor do imóvel. Esse dinheiro abate diretamente o quanto você precisa financiar — não é empréstimo e não volta.

O valor varia conforme a renda, a cidade e o tipo de empreendimento. Em Curitiba e Região Metropolitana o desconto costuma ser relevante.

Somando o FGTS

Quem tem FGTS pode usar o saldo de três formas: aumentar a entrada, abater o saldo devedor ou reduzir o valor das parcelas por um período. As regras principais:

  • Ao menos 3 anos de trabalho sob o regime do FGTS, somando todos os contratos.
  • Não ter outro imóvel residencial na cidade onde trabalha ou mora.
  • Não ter financiamento ativo pelo SFH em nenhum lugar do país.

Como a Nexus entra nisso

O programa é do governo, mas quem opera é o banco — e cada um tem suas exigências, seus prazos e seus empreendimentos credenciados. Nós sabemos quais construtoras da região trabalham dentro do programa, qual banco está aprovando mais rápido e como montar sua documentação para não cair na primeira peneira.

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